Segunda-feira, Setembro 18, 2006

Pare o Genocídio em Darful, acredite, nós podemos!

Silenciosamente em Darfur, no Sudão, nos últimos quatro anos, as mílicias terroristas árabes islâmicas dizimaram a população negra local, matando mais de 500 mil pessoas e provocando o exôdo de duas milhões de outras. Antes tarde do que nunca, esta petição vem se somar a esforços de entidades judaicas americanas para pedir que o governo americano e a ONU intervenham na região, bem como que a mídia rompa este criminoso código de silêncio que acoberta o primeiro genocídio do século XXI, um dos maiores da história.Vamos Parar o Genocídio em Darfur! Porque Nós Podemos!!!No dia 30 de abril, em Washington, capital dos Estados Unidos, será realizado um grande comício, iniciativa da organização American Jewish World Service, em prol das vítimas de Darfur. O objetivo é pedir que o presidente americano, George W. Bush intervenha imediatamente e de forma enérgica, em conjunto com a União Européia e com a ONU, de forma a por fim neste massacre. Militarmente se necessário.A organização judaica americana quer demonstrar que não se silenciará quando um outro povo está sob ameaça de extermínio, e que o que aconteceu com o povo judeu não pode se repetir jamais, seja com ele, seja com outros, de maneira alguma.Graças a ações semelhantes a esta, e o trabalho de voluntários em todo o mundo, pelo menos a retórica do governo americano já mudou. Os constantes estupros, assassinatos e violência ocorridos em Darfur ao menos agora são denunciados nos discursos oficiais do presidente Bush. Mas, somente palavras não bastam. É necessária ação. Palavras não salvam vidas. E a cada dia, centenas, milhares delas são perdidas no Sudão. Aja! Faça a sua parte!A iniciativa da American Jewish World Service pretende reunir em todo mundo mais de um milhão de assinaturas, em paralelo com o evento de Washington. Contribua! Faça a Sua Parte! Você Pode!Aqui no Brasil, temos a intenção de enviar também este abaixo-assinado aos principais veículos de mídia (além de autoridades e representantes do governo, que possam fazer a diferença), a fim de questionar: Porque estão calados diante deste massacre? Porque quando um palestino é morto em ações de defesa israelense, isto rende páginas de jornais, mas quando milícias árabes islâmicas massacram milhares de negros africanos, isto não é publicado? Racismo? Falta de interesse? Acaso estas vidas valem menos?Ajude-nos a pressionar os veículos de informação, a fim de interromper este silêncio mortal. Ajude-nos a descobrir a verdade por trás desta omissão. Ajude-nos. Este silêncio já matou centenas de milhares. Quantos mais precisarão ser sacrificados, até que VOCÊ RESOLVA SE MANIFESTAR?A responsabilidade é sua! É nossa! Assine, participe. Não custa nem um minuto do seu tempo. A Humanidade agradece....

Site para assinar a petição:
www.deolhonamidia.org.br/Peticoes

O Anúncio

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Poderá redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: “Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro. A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda”. Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio.
- Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha.
Às vezes não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros. Valorize o que tens, as pessoas, os momentos, pois muitas pessoas gostariam de estar no seu lugar
autor desconhecido

Quinta-feira, Setembro 14, 2006

Pronunciamento de Jefferson Peres

Sr. Presidente, Srªs e Srs. Senadores,
depois de uma longa ausência de algumas semanas, volto a esta Tribuna para manifestar o meu desalento com a vida pública deste País.Gostaria de estar aqui discutindo, a respeito das riquezas naturais do Brasil, e não como falarei, sobre algo muito pior: a dilapidação do capital ético deste País. Senador José Jorge, poderíamos não ter um barril de petróleo nem um metro cúbico de gás, mas poderíamos ser uma das potências mundiais em termos de desenvolvimento.O Japão não tem nada. Não tem petróleo, gás ou riquezas minerais. A Coréia do Sul também não tem nada disso, e nos dá um banho em termos de desenvolvimento, não apenas econômico, mas também humano. O que está faltando mesmo a este País e sempre faltou é uma elite dirigente com compromisso com a coisa pública, capaz de fazer neste País o que precisaria ser feito: investimento em capital humano.Vejam que País é este. Estamos aqui com seis Senadores em pleno mês de agosto, porque estamos em recesso branco. Por que não se reduz a campanha eleitoral a trinta dias e transfere-se o recesso de julho para setembro? Nós ficaríamos com o Congresso aberto, de Casa cheia, até 31 de agosto. Faríamos trinta dias de campanha em recesso oficial, remunerado. Estamos aqui no faz-de-conta. Como disse o Ministro Marco Aurélio, este é o País do faz-de-conta. Estamos fingindo que fazemos uma sessão do Senado, estamos em casa sem trabalhar. Estou em Manaus há quase um mês, recebendo, sem fazer nada " para o Congresso Nacional, pelo menos. Como se ter animação em um País como este com um Presidente que, até poucos meses atrás, era sabidamente " como o é " um Presidente conivente com um dos piores escândalos de corrupção que já aconteceu neste País e este Presidente está marchando para ser eleito, talvez, em primeiro turno? É desinformação da população? Não, não é. Se fizermos uma enquete em qualquer lugar deste País, todos concordarão, ou a grande maioria, que o Presidente sabia de tudo. Então, votam nele sabendo que ele sabia. A crise ética não é só da classe política, não. Parece que ela atinge grande parte da sociedade brasileira. Ele vai voltar porque o povo quer que ele volte. Democracia é isso. Curvo-me à vontade popular, mas inconformado. Esta será uma das eleições mais decepcionantes da minha vida. É a declaração pública, solene, histórica do povo brasileiro de que desvios éticos por parte de governantes não têm mais importância. Isso vem até da classe dos intelectuais, dos artistas. Que episódio deplorável aquele que aconteceu no Rio de Janeiro semana passada! Artistas, numa manifestação de solidariedade ao Presidente, com declarações cínicas, desavergonhadas! Um compositor dizer que "política é isso mesmo, fez o que deveria fazer", o outro dizer que "política é meter a mão na 'm...'"! Um artista, em qualquer país do mundo, é a consciência crítica de uma nação. Aqui é essa, é isso que é a classe artística brasileira, pelo menos uma grande parte dela, é o povo conivente com isso. E pior, pior ainda: os artistas estão fazendo isso em interesse próprio, porque recebem de empresas públicas contratos milionários - isso é a putrefação moral deste País - , e o povo vai reconduzir o Presidente porque "política é isso mesmo". Tenho quatro anos de Senado. Não me candidatarei em 2010, não quero mais viver a vida pública. Vou cumprir o mandato que o povo do Amazonas me deu, não vou silenciar. Ele pode ser eleito com 99,9%.Eu estarei aí na tribuna dizendo que ele deveria ter sido mesmo destituído. O que ele fez é muito grave. É muito grave. Curvo-me à vontade popular, mas não sem o sentimento de profunda indignação. A classe política já nem se fala, essa já apodreceu há muito tempo mesmo.Este Congresso que está aqui, desculpem-me a franqueza, é o pior de que já participei. É a pior legislatura da qual já participei. Nunca vi um Congresso tão medíocre. Claro, com uma minoria ilustre, respeitável, a quem cumprimento. Mas uma maioria, infelizmente, tão medíocre, com nível intelectual e moral tão baixo, eu nunca vi. O que se pode esperar disso aí? Não sei. Eu não vou mais perder o meu tempo. Vou continuar protestando sempre, cumprindo o meu dever. Não teria justificativa dizer que não vou fazer mais nada. Vou cumprir rigorosamente o meu dever neste Senado até o último dia de mandato, mas para cá não quero mais voltar, não! Um País que tem um Congresso desse, que tem uma classe política dessa, que tem um povo... dizem que político não deve falar mal do povo. Eu falo, eu falo. Parte da população que compactua com isso? É lamentável. E que sabe. Não é por desinformação, não. E que não é só o povão, não. É parte da elite, inclusive intelectual. Compactuam com isso é porque são iguais, se não piores. Vou continuar nessa vida pública? Para quê, para mim, chega! Vou continuar pelejando pelos jornais e por todos os meios possíveis, mas, como ator na vida política e na vida pública deste País, depois de 2010, não quero mais! Elejam quem vocês quiserem!Podem chamar até o Fernandinho Beira-Mar e fazê-lo Presidente da República - ele não vai com o meu voto, mas, se quiserem, façam-no. O meu desalento é profundo. Deixo isso registrado nos Anais do Senado Federal. Infelizmente, eu gostaria de estar fazendo outro tipo de pronunciamento, mas falo o que penso, perdendo ou não votos " pouco me importa". Aliás, eu não quero mais votos mesmo, pois estou encerrando a minha vida pública daqui a quatro anos, profundamente desencantado com ela.
Muito obrigado, Sr. Presidente. (do Senado)

Quarta-feira, Setembro 13, 2006

Não adore esse "deus" !

Ele é objeto da crença de milhões de mortais. Transcende a nossa realidade fugaz, dotado que é de onipresença, onipotência e onisciência. Sabe o que nos convém, ainda que a nossa parca compreensão não capte seus mistérios.
Ele governa as nossas vidas e faz o feio ficar belo, o velho novo, o caro barato. Transforma o bandido em autoridade venerável; o especulador em mestre sagaz; o agiota em senhor de direitos. Por ser sagrado, não suporta a intervenção do Estado, um poder profano, nem admite dúvidas ou críticas, pois é digno de fé.
Ele se irrita com os nossos erros, reage mal aos nossos equívocos e se compraz quando damos ouvidos a seus sacerdotes. Suscetível, por vezes fica sumamente nervoso diante de acontecimentos que lhe desagradam ou, pela voz de seus profetas, manifesta tranqüilidade quando os ventos sopram a seu favor.
Ele é o caminho, a verdade e a vida. Seu poder é legitimado por milhares de oráculos que, especializados em sua teologia, tratam de explicar, numa linguagem hermética, como ele é, age, abençoa ou amaldiçoa, oscila ou revela-se estável.
Insaciável, alimenta-se de guerras e da fome alheia, manipula a economia dos povos do mundo, transporta fortunas para além das fronteiras, demonstra um apetite glutão por riquezas alheias.
Fora dele não há salvação. Arvora-se em única porta de salvação e felicidade perpétua. Só ele, em sua infinita sabedoria, nos aponta o caminho do céu. Aqueles que nele não confiam são condenados ao desterro da pobreza, à exclusão de uma vida infernal, ao estigma do fracasso e da despossessão.
Não se pode vê-lo. Mas está presente em toda parte: no sorvete da criança e na flor oferecida na esquina; no avião do banqueiro e no punhado de farinha com que o camponês engana a fome; nas relações empresariais e conjugais; nos tratados diplomáticos e nos funerais.
Nele, por ele e com ele as coisas adquirem valor: as pessoas, dignidade social; as comunicações, brilho; e o que é mentira se transubstancia em verdade, o que é errado, em correto, o que é mal, em bem.
Ele conduz os nossos passos, conhece as nossas mais íntimas aspirações, promete saciar os nossos mais profundos desejos. Cheio de artimanhas, nos cerca por toda parte, e seu olhos publicitários jamais nos abandonam, seja na esquina, na traseira do ônibus, no programa de TV, na sacola de compras, nas páginas dos jornais.
Ele é o deus Mercado, frente ao qual todos os joelhos neoliberais se dobram, incensando-o com a alta dos juros, a evasão de divisas, a dependência externa. Seus templos possuem portas eletronicamente controladas e são protegidos pela vigilância permanente de guardas.
Seus missionários fiscalizam minuciosamente as contas dos países, determinam medidas impopulares, salvam contas ainda que com o sacrifício de vidas. Essas são imoladas em seu altar de ouro todas as vezes que o seu poder é ameaçado.
Se contrariado, faz quebrar famílias, empresas, nações. Antievangélico, despreza a solidariedade e exalta a competitividade; repudia a partilha e canoniza a ganância; humilha a pobreza e consagra a riqueza como supremo bem.
Idolatrado, cerca-se de discípulos fiéis que jamais logram ver o mundo com os olhos da compaixão e da justiça. Seus acólitos tremem diante da oscilação de seus humores e mantêm presunçosa indiferença frente ao drama de multidões famintas.
Há muitos séculos, numa cidade do Oriente Médio, ele condenou à morte um homem que ousou, com chicote à mão, derrubar os que conspurcavam o templo com o tilintar de moedas que, aos seus ouvidos, soavam como deleitável música. Levou à cruz um Deus no qual ele, hoje, professa confiança, desde que não interfira em seus negócios. Aliás, agora ele professa em vão o nome desse Deus, para encobrir e legitimar os horrores que pratica.
Texto de Frei Betto

Sábado, Setembro 09, 2006

Escola Sem Partido

"O ensino será ministrado com base nos princípios da liberdade – de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber – e do pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas."
Constituição Federal, art. 206, II e III
Há dois anos, um pequeno grupo de pais e estudantes preocupados com a contaminação ideológica de nossas salas de aula decidiu fazer algo para combater essa grave ameaça ao ensino. Criaram, para isso, uma organização informal que, a exemplo de tantas iniciativas nos dias de hoje, se materializou numa página da internet: o www.escolasempartido.org. Baseia-se na premissa de que, numa sociedade livre e pluralista (como diz ser a nossa), as instituições de ensino deveriam funcionar como centros de produção e irradiação do conhecimento, firmemente comprometidos com a busca da verdade, abertos às mais diversas perspectivas de investigação e capazes, por isso, de refletir, com a máxima fidelidade possível, os infinitos aspectos e matizes da realidade.

Terça-feira, Setembro 05, 2006

Desenvolvimento e Moral: um crescimento desigual

Pergunta. Santo Padre, em todo o mundo, os fiéis esperam da Igreja Católica, respostas aos problemas globais mais urgentes, como a AIDS e a superpopulação. Por que a Igreja Católica insiste tanto sobre a moral, antepondo-a às tentativas de solução concreta para esses problemas cruciais da humanidade, por exemplo, no continente africano?
Bento XVI: É verdade! Este é o problema: insistimos realmente tanto sobre a moral? Eu diria - e tenho me convencido disso sempre mais, também no diálogo com os bispos africanos - que a questão fundamental, se quisermos progredir nesse campo, se chama educação, formação. O progresso somente pode ser verdadeiro, se servir à pessoa humana; se a própria pessoa humana crescer, assim como também a sua capacidade moral, e não apenas o seu poder técnico. Eu creio que o verdadeiro problema da nossa situação histórica seja o desequilíbrio entre o crescimento incrivelmente rápido do nosso poder técnico e a nossa capacidade moral, que não cresce proporcionalmente. Por isso, a formação da pessoa humana é a verdadeira receita, eu diria "a chave de tudo", e esse é também o nosso caminho. Essa formação tem - em resumo - duas dimensões. Antes de tudo, naturalmente, devemos aprender: adquirir o saber, a capacidade, o know-how, como se diz habitualmente. Nesse sentido, a Europa e a América fizeram muito, nas últimas décadas, e isso é muito importante. Mas se se difunde apenas o know-how, se se ensina apenas como se constroem e se usam as máquinas, e como se empregam os meios de contracepção, então não devemos nos espantar se, no final, nos encontramos com as guerras e as epidemias da AIDS. Nós necessitamos de duas dimensões: é preciso, ao mesmo tempo, a formação do coração - se posso assim me expressar- com o qual a pessoa humana adquire as referências e aprende, assim, a usar corretamente a técnica, que também é necessária. E é isso que procuramos fazer. Em toda a África e também em muitos países da Ásia, temos uma grande rede de escolas de todos os níveis, onde, antes de tudo, se pode aprender, adquirir verdadeiro conhecimento e capacidade profissional, e, com isso, obter autonomia e liberdade. Nessas escolas, procuramos não apenas ensinar o know-how, mas também formar pessoas humanas que queiram reconciliar-se, que saibam construir e não destruir, e que tenham as referências necessárias à convivência. Em grande parte da África, as relações entre muçulmanos e cristãos são exemplares. Os bispos formaram comissões conjuntas, com os muçulmanos, para buscar estabelecer a paz nas situações de conflito. E essa rede de escolas, de aprendizagem e de formação humana, que é muito importante, é completada por uma rede de hospitais e de centros de assistência, que alcança, de maneira capilar, até mesmo as aldeias mais remotas. E em muitos lugares, depois de todas as destruições da guerra, a Igreja permanece como único poder intacto _ não poder, mas realidade! Uma realidade onde se tratam também os doentes de AIDS, e onde, por outro lado, se oferece uma educação que ajuda a estabelecer as justas relações com os demais. Por isso, creio que deveria ser corrigida a imagem segundo a qual semeamos, em torno a nós, somente rígidos "Não!". Exatamente na África, se atua muito, para que as diversas dimensões da formação possam se integrar e, assim, se torne possível superar a violência e também as epidemias, entre as quais precisamos incluir também a malária e a tuberculose.
(Entrevista que Bento XVI concedeu aos canais alemães Bayerischer Rundfunk, ZDF, Deutsche Welle e à Rádio Vaticano, dia 5 de Agosto)

Sábado, Setembro 02, 2006

"De sua boca ouvimos, de sua vida aprendemos, quem não vive para servir não serve para viver".
(Escrito no epitáfio do túmuo do pai de Leonardo Boff)

Sexta-feira, Setembro 01, 2006

Cuidado! O Ministério da Justiça pode ser prejudicial à família!

O protesto abaixo foi encaminhado ao e-mail: acs@mj.gov.br que foi o único endereço eletrônico do Ministério da Justiça que consegui encontrar. O "fale conosco" do site do Ministério, não funciona e dá erro, toda vez que você tenta:Sr. Ministro da Justiça, digníssimo Dr. Márcio Thomaz Bastos:Os considerandos da recente portaria No. 1.100, que regulamentam a classificação de espetáculos e filmes, apontam, corretamente:"... que cabe ao poder público regular as diversões e espetáculos públicos" que se mostrem inadequados... "nos termos art. 74 da Lei 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA)";Ocorre que, na prática, o Ministério da Justiça está fazendo EXATAMENTE o contrário - em vez de proteger a criança, a expõe; em vez de proteger a FAMÌLIA, a dissolve; em vez de proteger os valores, os DESTROI.Não pode haver outra interpretação, além dessa, para a ação liberatória de chamado "beijaço gay" em horário livre; programa a ser mostrado antes das 20 horas na MTV.Registro o meu mais veemente protesto, na esperança de que haja uma lúcida reversão desse curso em suas decisões.Respeitosamente,Solano Portela, cidadão brasileiro, cristão afrontado e pai irado.